terça-feira, 18 de junho de 2013







·         A fórmula da oração
Certo dia, os discípulos de Jesus ficaram maravilhados com a maneira como Ele orava. Um deles, imediatamente, pediu-lhe que os ensinasse a orar, assim como João Batista havia ensinado aos seus discípulos.

Orar de modo correto é o que fará a oração ser vitoriosa. Orar por orar não produz nenhum resultado. A oração só deve ser feita se for para ter sucesso.

Esta lição é sobre a fórmula da oração - a oração que deve ser feita para reverter uma situação considerada insolúvel.

Há que ter uma explicação para o fato de uns orarem e obterem o que desejam, enquanto outros oram e não conseguem resposta alguma. É na Palavra de Deus que vamos encontrar tal resposta.

Os heróis da fé conheciam os princípios que faziam as suas orações serem produtivas e operantes. Usando estes princípios, eles venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam a boca dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fuga exércitos de estrangeiros, etc.

Que a partir desta lição não haja mais para você o dissabor de ter lutado e não ter conseguido, de ter orado e não ter obtido resposta. Que o Senhor possa sempre conduzi-lo em triunfo.

Em Cristo, R.R. Soares

Apesar de tudo o que a oração é e representa para o cristão, são poucos os que sabem fazê-la. Quando os discípulos de Jesus viram que Ele obtinha sucesso em todas as suas orações, chegaram-se a Ele, e Lhe pediram que os ensinasse a orar. Certamente que existe uma maneira correta de fazer aquilo que Deus considera como oração. Os heróis da fé sabiam fazê-la, e, por isso, venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam a boca dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram e puseram em fuga 
exércitos de estrangeiros. Sim, tudo isto e muito mais conseguiram, porque sabiam fazer aquilo que pelo Senhor é considerado como oração.

E você, já sabe fazer a oração que move a mão do Senhor e faz com que o poder celestial opere em seu favor? Há muita coisa boa esperando por você. Aprenda a fazer a oração da fé e passe a desfrutar do melhor desta vida.

Não vamos, nesta lição, estudar todos os tipos de orações, mas a fórmula da oração que devemos fazer para vencermos os males. Existe tal fórmula?


Sim. No livro de Isaías 43.26, está escrito:

Procura lembrar-me; entremos em juízo juntamente; apresenta as tuas razões, para que te possa justificar.

Temos aí nesta declaração de Isaías a fórmula da oração que nos fará vitoriosos.


1°-PROCURA LEMBRAR-ME

Ao entrarmos na presença do Senhor, devemos fazê-Lo saber que estamos ali porque somos Seus filhos, porque a Palavra dEle nos garante a bênção e porque acreditamos que Ele é poderoso para nos conceder a graça. Se quisermos ser atendidos em nossa petição, temos que entrar em Sua santa presença, lembrando-O de tudo aquilo que a Sua Palavra nos promete e garante nos pertencer.

Alguém poderá perguntar se Deus é esquecido. Poderá questionar que - desde que Ele é onisciente - Ele sabe tudo e, por isso, não precisamos lembrá-Lo. Ainda poderá argumentar que o próprio Senhor Jesus ensinou que o Pai sabe do que precisamos antes de Lhe pedirmos a bênção, pois foi assim que Jesus ensinou: ...porque vosso Pai sabe o que vos é necessário antes de vós lho pedirdes (Mt 6.8).

Não é que o Senhor tenha estes ou quaisquer outros problemas, nem que existam contradições na Bíblia Sagrada. Isto nada tem a ver com o ensinamento de Jesus que acabamos de ver. O que realmente o Senhor quer dizer por lembrar-me, é o seguinte:

Quando vamos orar, nem sempre estamos desligados das coisas materiais que nos cercam. Muitas vezes, estamos tão rodeados pêlos problemas que não conseguimos nos concentrar, nos ligar em Deus, e a nossa oração fica vazia e destituída de fé, poder e autoridade e, por conseguinte, não recebemos o que pedimos ou determinamos.

Quando começamos a orar lembrando ao Senhor as Suas promessas, estamos na verdade fazendo mais bem a nós do que propriamente lembrando a Deus. Estamos como que "escovando" o nosso espírito, "lustrando" a nossa verdadeira pessoa - o nosso espírito. Ao lembrar ao Senhor tudo aquilo que nós conhecemos e cremos na Sua Palavra, estamos verdadeiramente de novo, ou pela primeira vez, dando ouvidos à Palavra de Deus; sabemos que é por dar ouvidos à Palavra que a fé vem ao nosso coração. Então, estamos fazendo, na verdade, um bem infinitamente maior à nossa própria pessoa.

Aqueles que usam este método sabem que isto é verdade, pois Deus não precisa de que nós O lembremos para que Ele próprio fique ciente de que nos havia prometido aquela bênção.


2° - ENTREMOS EM JUÍZO JUNTAMENTE

A oração é um julgamento. Uma batalha. Uma guerra. Ao entrarmos em oração, devemos fazê-la lembrando que estamos verdadeiramente entrando para decidir uma situação.

Deus diz que devemos entrar em juízo. Ninguém entra em juízo de qualquer maneira. Se levamos alguém a juízo, ou se somos levados por alguém, devemos nos preparar para a batalha. Certamente o nosso adversário vai usar de todos os meios e métodos imagináveis para ter vitória sobre nós. E nem sempre quem tem direito é quem ganha, mas sim quem consegue "provar" a sua "inocência" ou "razão". Precisamos, então, nos preparar para entrarmos em juízo, e isto nos leva de volta ao primeiro passo que é o de lembrá-Lo.

Após termos "lembrado" ao Senhor, devemos entrar juntamente com Ele em juízo. Não podemos ir sozinhos nem tão pouco pedir a Deus que Ele vá por nós. Ele diz que temos que ir juntamente. A batalha é nossa e não do Senhor, e temos que fazer com Ele a nossa defesa e o nosso ataque.

Isso é certeza de vitória. Quando e onde foi registrado que Deus tenha perdido uma só batalha? Isto é simplesmente impossível de acontecer.

Entrar juntamente com o Senhor no julgamento é encontrar aquela promessa ou declaração que Ele faz a respeito da nossa posição diante daquela situação; e então, destemidamente, iniciar a oração, especificando o motivo dela - logicamente que usando o Nome de Jesus - e partir para cima do adversário, exigindo que ele e tudo o que é dele saiam de nossa vida, família e propriedade.


3° - APRESENTA AS TUAS RAZOES

Depois de termos lembrado ao Senhor o que somos e o que sabemos ser nosso direito, e de termos entrado juntamente com Ele em juízo, precisamos apresentar as nossas razões. Apresentar as nossas razões é fazer o mesmo que fazem os advogados quando estão defendendo alguém. Devemos conhecer o direito que a Palavra de Deus declara ser nosso, e aí, diante do Tribunal Supremo do Universo, que é a própria Palavra, erguer a nossa voz e não aceitar nenhum veredicto a não ser aquele que determinamos. Nesta hora, devemos ficar bem acordados e alerta, pois o inimigo vai tentar de todas as formas nos ludibriar. Às vezes, ele vem bem de mansinho, tentando passar-se pelo Senhor. Ele insinua que nós não merecemos as bênçãos, como se elas nos fossem dadas por merecimentos; e, se não conhecemos os meios pêlos quais elas nos são concedidas - pela graça, mediante a fé - nós podemos ser convencidos de que realmente não merecemos nada e aí teremos perdido tudo.

Como o demônio gosta de que vivamos na ignorância, que sejamos preguiçosos nas coisas espirituais e que não aprendamos aquilo que é nosso! Só assim ele poderá, na hora da nossa oração-julgamento, vir com as suas desculpas esfarrapadas e nos ludibriar. Muitas vezes, ele traz à memória um pecado que havíamos cometido há muito tempo, do qual já nos arrependemos, e, portanto, ele nem mais existe na memória do Senhor. Mas, por não estarmos afiados na Palavra, esquecemos que pecado confessado é pecado inexistente e, então, nos colocamos a confessá-lo de novo, assumindo uma posição de responsáveis por algo que já nem mais existe.

Veja bem a importância de conhecermos os nossos direitos, pois, a pessoa que não os conhece será facilmente enganada pelo maligno. Ela não terá condições de apresentar as suas razões e, assim, não conseguirá pleitear a sua causa, perdendo conseqüentemente a batalha. Lembre-se da lição n° 3, em que estudamos que direito não reclamado é direito inexistente. Você tem direito à bênção. O Senhor Jesus já venceu o diabo por você. Ele já levou as suas doenças para que você não tivesse que levá-las. A Bíblia garante que você é mais do que vencedor. Mas, se você não conhece as declarações da Bíblia que falam da sua posição diante de Deus, você não poderá apresentá-las no julgamento, e certamente ficará sem receber o cumprimento delas.

Quando estamos cientes dos nossos direitos - e isto podemos estar não pelo que desejamos, mas unicamente pelo que a Palavra de Deus afirma -, podemos estar certos de que aquilo que a Bíblia diz ser nosso é o que teremos; Deus não colocou qualquer declaração nas Escrituras só para enfeitá-las. Elas foram colocadas para que pudéssemos ter vida, e vida com abundância.


4° - PARA QUE TE POSSAS JUSTIFICAR

Aqui está claro que Deus não quer que brinquemos de oração nem que sejamos derrotados ao orar. O propósito da oração é que sejamos justificados, o que na linguagem bíblica significa: a vitória na oração.

Só mesmo alguém que desconhece a sua posição em Cristo e os seus direitos na presença de Deus será capaz de fracassar nas batalhas espirituais - tanto pelas bênçãos espirituais quanto físicas ou materiais.

Justificação é um termo próprio da justiça que significa não somente absolver, mas declarar alguém justo, como se esse jamais houvesse pecado em toda a sua vida. A justificação inclui mais do que o perdão dos pecados e a remoção da condenação, pois, no ato da justificação, Deus coloca o ofensor na posição de justo. O presidente da República, por ocasião do natal ou ano novo, pode indultar (perdoar) o criminoso; não pode, porém, reintegrá-lo na posição daquele que nunca desrespeitou a lei.

Ora, sem a justificação, que vem pela fé, jamais teremos paz com Deus. Se não tivermos paz com Ele, podemos esquecer: jamais seremos abençoados. Mas, graças a Deus que isso é possível. É para isso que Ele nos convida.

Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. (RM 5.1)
"Procura lembrar-me; entremos juntos em juizo; apresenta as tuas razões, para que te possas justificar!""Porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.""Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo."

Determinação Os cinco passos da vitória Os nossos direitos as bênçãos O nome de Jesus A fórmula da oração A derrota de satanás Resistir Mais que vencedores As palavras Confissão Vãs repetições Realizando a obra de Deus
Curso Fé é de propriedade da Igreja Internacional da Graça de Deus.
R.R.Soares.





 ( Oferta e consagração do tabernáculo). 


Todas as passagens da Bíblia sobre o episódio "As ofertas de consagração do
1 No dia em que Moisés acabou de levantar o tabernáculo, tendo-o ungido e santificado juntamente com todos os seus móveis, bem como o altar e todos os seus utensílios, depois de ungi-los e santificá-los,
2 os príncipes de Israel, cabeças das casas de seus pais, fizeram as suas ofertas. Estes eram os príncipes das tribos, os que estavam sobre os que foram contados.
3 Trouxeram eles a sua oferta perante o Senhor: seis carros cobertos, e doze bois; por dois príncipes um carro, e por cada um, um boi; e os apresentaram diante do tabernáculo.
4 Então disse o Senhor a Moisés:
5 Recebe-os deles, para serem utilizados no serviço da tenda da revelação; e os darás aos levitas, a cada qual segundo o seu serviço:
6 Assim Moisés recebeu os carros e os bois, e os deu aos levitas.
7 Dois carros e quatro bois deu aos filhos de Gérson segundo o seu serviço;
8 e quatro carros e oito bois deu aos filhos de Merári, segundo o seu serviço, sob as ordens de Itamar, filho de Arão, o sacerdote.
9 Mas aos filhos de Coate não deu nenhum, porquanto lhes pertencia o serviço de levar o santuário, e o levavam aos ombros.
10 Os príncipes fizeram também oferta para a dedicação do altar, no dia em que foi ungido; e os príncipes apresentaram as suas ofertas perante o altar.
11 E disse o Senhor a Moisés: Cada príncipe oferecerá a sua oferta, cada qual no seu dia, para a dedicação do altar.
12 O que ofereceu a sua oferta no primeiro dia foi Nasom, filho de Aminadabe, da tribo de Judá.
13 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambas cheias de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
14 uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso;
15 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
16 um bode para oferta pelo pecado;
17 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Nasom, filho de Aminadabe.
18 No segundo dia fez a sua oferta Netanel, filho de Zuar, príncipe de Issacar.
19 E como sua oferta ofereceu uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
20 uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso;
21 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
22 um bode para oferta pelo pecado;
23 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Netanel, filho de Zuar.
24 No terceiro dia fez a sua oferta Eliabe, filho de Helom, príncipe dos filhos de Zebulom.
25 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
26 uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso;
27 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
28 um bode para oferta pelo pecado;
29 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Eliabe, filho de Helom.
30 No quarto dia fez a sua oferta Elizur, filho de Sedeur, príncipe dos filhos de Rúben.
31 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
32 uma colher de ouro de dez siclos, cheio de incenso;
33 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
34 um bode para oferta pelo pecado;
35 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Elizur, filho de Sedeur.
36 No quinto dia fez a sua oferta Selumiel, filho de Zurisadai, príncipe dos filhos de Simeão.
37 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
38 uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso;
39 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
40 um bode para oferta pelo pecado;
41 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Selumiel, filho de Zurisadai.
42 No sexto dia fez a sua oferta Eliasafe, filho de Deuel, príncipe dos filhos de Gade.
43 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
44 uma colher de ouro do dez siclos, cheia de incenso;
45 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; ,
46 um bode para oferta pelo pecado;
47 e para sacrificio de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Eliasafe, filho de Deuel,
48 No sétimo dia fez a sua oferta Elisama, filho de Amiúde, príncipe dos filhos de Efraim.
49 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassado com azeite, para oferta de cereais;
50 uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso;
51 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
52 um bode para oferta pelo pecado;
53 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Elisama, filho de Amiúde.
54 No oitavo dia fez a sua oferta Gamaliel, filho de Pedazur, principe dos filhos de Manassés.
55 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
56 uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso;
57 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
58 um bode para oferta pelo pecado;
59 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Gamaliel, filho de Pedazur.
60 No dia nono fez a sua oferta Abidã, filho de Gideôni, príncipe dos filhos de Benjamim.
61 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
62 uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso;
63 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
64 um bode para oferta pelo pecado;
65 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Abidã, filho de Gideôni.
66 No décimo dia fez a sua oferta Aiezer, filho de Amisadai, príncipe filhos filhos de Dã.
67 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
68 uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso;
69 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
70 um bode para oferta pelo pecado;
71 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Aiezer, filho de Amisadai.
72 No dia undécimo fez a sua oferta Pagiel, filho de Ocrã, príncipe dos filhos de Aser.
73 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
74 uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso;
75 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
76 um bode para oferta pelo pecado;
77 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta do Pagiel, filho do Ocrã.
78 No duodécimo dia fez a sua oferta Airá, filho de Enã, príncipe dos filhos de Naftali.
79 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
80 uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso;
81 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
82 um bode para oferta pelo pecado;
83 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Airá, filho de Enã.
84 Esta foi a oferta dedicatória do altar, feita pelos príncipes de Israel, no dia em que foi ungido: doze salvas de prata, doze bacias de prata, doze colheres de ouro,
85 pesando cada salva de prata cento e trinta siclos, e cada bacia setenta; toda a prata dos vasos foi dois mil e quatrocentos siclos, segundo o siclo do santuário;
86 doze colheres de ouro cheias de incenso, pesando cada colher dez siclos, segundo o siclo do santuário; todo o ouro das colheres foi cento e vinte siclos.
87 Todos os animais para holocausto foram doze novilhos, doze carneiros, e doze cordeiros de um ano, com as respectivas ofertas de cereais; e para oferta pelo pecado, doze bodes;
88 e todos os animais para sacrifício das ofertas pacíficas foram vinte e quatro novilhos, sessenta carneiros, sessenta bodes, e sessenta cordeiros de um ano. Esta foi a oferta dedicatória do altar depois que foi ungido.
89 Quando Moisés entrava na tenda da revelação para falar com o Senhor, ouvia a voz que lhe falava de cima do propiciatório, que está sobre a arca do testemunho entre os dois querubins; assim ele lhe falava.
                                                         
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AVIVAMENTO E SEUS ELEMENTOS

I- O que é avivamento?
A palavra “avivamento” não ocorre na bíblia. A palavra ‘avivar’ significa, dar viveza, despertar, apresar, vigor, cobrar dispertamento. O verbo avivar vem da palavra ‘avivamento’ que siguinifica ato de avivar.

II- Conceitos errôneo de avivamento:
· Temos teorizados demais a palavra ‘avivamento’ e tantas são as reuniões, que temos esquecidos o significado real do termo.
· Quando se fala de avivamento, logo se pensa em :
1°- Reunião de crentes falando em línguas;
2°- Batendo os pés e mãos;
3°- Profetizando e etc...

Há quem fale que se um pregador não tem veemência no falar não é avivado.
· Nesta visão equivocada, ou seja, errada, muitos têm criado um conceito pobre e vazio de avivamento.

III- Porque é um conceito errôneo:
· Geralmente, se fala em centenas de batizados no espírito santo, em determinados encontros.
· Mas o quefica de edificação concreta depois é quase nada.
· Volta-se ao comodismo.
· Aos maus hábitos; (fofoca, frieza espiritual, contenda, desinteresse).


OBS.: Contudo, muitos lideres acham que a mocidade está bem, pois no domingo à noite os jovens estão no grande conjunto a cantar.

· Podemos simular glória, falar de glória, gritar glória, estudar glória, mais outra coisa é a glória de Deus manifestar e permanecer entre nós.

“O avivamento, no sentido pessoal, deveria ser uma realidade constante. A idéia de que o avivamento é (algo que corre em épocas e períodos especiais como: Festividades, congressos, encontros e confraternizações) é conseqüência da natureza volúvel do homem, não da vontade de Deus. A vontade de Deus é um avivamento continuo.

IV- O que é verdadeiramente avivamento:
· Avivamento é o ato sobrenatural de Deus na vida do cristão que; abrindo para ele (Deus) o seu coração, torna-se solo fértil para a produção do fruto do espírito, do batismo com o Espírito Santo e os dons espirituais.

V- Qual o perfil do jovem cristão avivado: (aspectos, aparências, atitudes e etc...)
· Seu efeito imediato é mudança de vida;
· O cristão passa a glorificar a Deus em tudo que faz (I-Co 10:31);
· Sente-se responsável pela igreja;
· Não se conforma com a inércia, ou seja, a apatia, desanimo, preguiça espiritual dos demais crentes;
· Está sempre em busca de alternativas, aperfeiçoamentos para o crescimento da obra do Senhor;

· Ainda que faça parte de uma igreja atuante, sempre estará comprometendo suas energias em fazer ainda mais para o Senhor;


OBS: Este jovem é diferente. De certa forma, ele incomoda porque seu coração está cheio de ardor pelo evangelismo, todo o seu prazer estar no Senhor.


VI- Qual a evidência do avivamento bíblico:
· O avivamento bíblico se evidencia pelo amor à palavra, arrependimento, vida de oração, santificação e etc...

VII- A palavra de Deus:
1°- A palavra de Deus (bíblia), poderosa, revigorante e renovadora é o grande agente divino para o avivamento. Hoje a bíblia esta saindo dos púlpitos da maioria das igrejas, e está sendo substituída ardilosamente por festas, jograis, shows e outras apresentações que não passam de ‘sacrifícios de tolos’.

2°- Os caps. 8 e 10 de Neemias descrevem um dos maiores avivamentos do A. T. O avivamento teve início mediante um autêntico retorno à palavra de Deus e um esforço decisivo para a compreensão da sua mensagem (v.8), durante sete dias, seis horas por dia, Esdras leu o livro da lei (v. 3,18).
Uma das principais evidências de um avivamento bíblico entre o povo de Deus é a grande fome de ouvir, ler e estudar a palavra de Deus.

VIII- Oração profunda:
Primeiramente devemos orar, porque?
1°- Orar é nosso dever, Lc 18:1
2°- Orar é o nosso mandamento bíblico, Cl4:2
3°- Deixar de orar é pecado, Ism 12:23

· Arrependimento: O verdadeiro arrependimento começa:
- Com arrependimento. Em II-Rs 23:4 vemos as reformas religiosas de Josias observam o princípio de que o arrependimento de pecados é condição essencial para um real avivamento.
- Nossa expectativa é que a vida de um despertamento espiritual seja como uma explosão de alegria, enquanto que, na verdade, primeiro se manifesta com lágrimas de arrependimentos.
- Estamos prontos a admitir que nossa falta de avivamento é pecado.
- Já reconhecemos que a igreja não avivada é uma igreja caída.

OBS: Sem arrependimento, não veremos avivamento algum arrependimento significa confessar e deixar o pecado.

- Quando a arrependimento: Há reconhecimento de pecado, tristeza pelo pecado, abandono pelo pecado e praticas mundanas, os padrões de santidade são restaurados, a glória de Deus se manifesta e permanece.
· A sarça que arde;
· A glória que vem;
· O espírito que caí;
· O poder que chega;
· A alegria que fica;
· Renovai-nos pela instrumentalidade do Senhor.


IX- Santificação e retidão: 
Proveniente de nossos desejos, orações e arrependimento, ocorrerá mudança para um estilo de vida mais santo.
Santidade e diferente que retidão. (em Mc 12:30,31)
O primeiro fala da santidade e a segunda da retidão.
· Santidade significa: Separar-se do mundo, torna-se santo (no gr hagiasmos) consagrar – apartar-se do pecado.
· Retidão: É para com as pessoas, é o amor aggape para com os próximo.
O crente avivado demonstrará tanto a santidade para com Deus quanto a retidão para com os homens.
“Destrancar a porta do avivamento, é como abrir uma fechadura de combinação”.




CONCLUSÃO:

Mantendo o avivamento vivo:
Temos que aprender a manter vivo o espírito de avivamento. Vivermos sempre em estudos da palavra de Deus, em orações a sós com Deus, viver sempre em santidade e retidão, sem hipocrisia.
Só assim veremos um grande avivamento continuo em nossas igrejas, e coisas grandes, até mesmo que nós não sabemos, Deus irá fazer no em nosso meio. (Sl 85:6,7)
Haverá tempos de alegria da salvação e tempos de choro pelos perdidos, mas o avivamento tem de continuar.



Que tipo de tempestade vc esta passando.



Atos-27.vers.4,9,10,13,14,15 e 29 A]v.4,porque os ventos eram contrarios: B]v,13,e,sobrando o vento sul brandamente,lhes pareceu já o terem o desejado {vento brando} C]v,14,mas,muito depois,deu nela um pé de vento,chamado euroaquilâo v,15,e,sendo o navio arrebatado e nâo podendo navegar contra o vento,e dando de mâo a tudo,nós deixamos ir a toa... Vento é um fenômeno da natureza, que faz parte da nossa vida, e todos os dias temos que conviver com ele. Tem vento que passa rápido, tem vento que demora a passar. Há dias em que o vento é mais fraco outro mais forte, em certos dias parece que não tem vento algum. Um vento com certeza não é igual a outro vento. O vento de hoje não é igual ao vento de amanhã, o vento passa, o vento de hoje vai, amanhã chegará outro vento. Faz parte da natureza e da nossa vida. No mundo evangélico, ou vezes confiado mais nas opiniões e nos conselhos dos homens que na Palavra e na direção do Espírito Santo? E quando isso acontece, é para nosso “dano e muito prejuízo” (v. 10)! O barco a vapor, ao contrário, mantém sua rota em qualquer tempo. Que possamos sempre avançar assim, movidos por uma firme fé, até que alcancemos a nossa meta, a despeito dos temporais! segue no mar da vida a todo vapor em nome de JESUS


o vento voçê não vê mas senti,assim é o ESPIRITO SANTO, sinta a presença de DEUS na tua vida SE VOCÊ ESTAVA PASSANDO POR VENTOS ,CONTRÁRIOS,VENTOS BRANDOS OU PÉ DE VENTO,RECEBA OS VENDAVAIS TORNOU-SE EM BRISA DO ESPIRITO... A EMBARCAÇÃO É PEQUENA MAS JESUS É GRANDE. AMEM!!!

domingo, 16 de junho de 2013



Como vai a fé?
Lucas 17.5,6.

-Introdução: O mais importante físico do mundo, o inglês Sthephen  Hawking,  apresenta teorias sobre o universo e sobre as menores partículas de um átomo, contudo reconhece não poder descobrir muitas coisas dentro de si mesmo. Vive uma luta entre o constante crescimento intelectual e o atrofiamento físico por causa de uma doença degenerativa que vai a cada dia limitando mais seus movimentos. Hoje não pode mastigar, falar, tocar, andar e muitos atos simples para nós, necessitando de aparelhos para andar e se comunicar. Apesar de tudo isso esse homem é perseverante e prossegue rumo a suas descobertas vencendo seus obstáculos físicos, mentais e emocionais. O dinheiro, o conhecimento, a fama e o poder não resolvem seu maior problema mas ele não desiste de ser   feliz porque acredita em alguma coisa. Isso é ter fé!

Você tem fé?

Em nosso texto base Jesus falava sobre os escândalos e os discípulos lhe pediram que aumentasse a fé deles. Eles reconheceram que tinham uma fé pequena e que podiam tropeçar. A fé é que nos mantém firmes na presença de Deus.

A fé tem tamanho?
Jesus disse que sim. Ele tinha a arte de diagnosticar a raiz do problema, de ir à sua verdadeira origem. E aqui ele vai à origem (semente / fé). Nós viemos de uma semente.
Então o que seria uma fé grande?
Jesus disse que uma fé grande é como um grão de mostarda.
Porque será que Jesus comparou a fé a um grão de mostarda?
O que determina o tamanho da fé é o que ela é capaz de fazer.
A semente produz a árvore. e a fé remove a árvore do lugar. (v.6)

O que há de especial na fé e no grão de mostarda?

1.  Vida: João 12.24
    Quando olhamos para uma semente não vemos vida nenhuma, mas sabemos que há vida naquele grão.Sua fé é como uma semente que mesmo quando é jogado a no chão e você sente que morreu, aí então você poder crescer e frutificar.
    Ao ser jogado e enterrado no chão ele deixa de existir e surge uma nova vida: árvore. 
A fé mesmo na morte produz vida.

2.  Poder: Marcos 9.23
    A semente tem o poder de romper a terra, tem força para vencer os obstáculos do solo. Da mesma forma a fé faz o impossível acontecer.
    Cicatrizes: A história da mãe que salvou o filho de um jacaré.

3.  Humilde: Marcos 9.24
    A semente é algo humilde e singelo mas muito frutífera. Ela se humilha sob o chão e é exaltada sobre a terra. Quando reconhecemos nos falta de fé estamos já agindo com fé. Só Deus pode fortalecer nossa fé. Quando oramos precisamos ser honestos com Deus e admitir nossa falta de fé pedindo-o para nos ajudar a crer porque Ele é o motivo da nossa fé.
A fé em si é algo pequeno, mas crescente. O argumento do homem é grande mas diminui e se cala ante à fé. A fé não carece de explicação, ela é a prova em si.

4.  Cresce:  Mateus 13.31 e 32     
    Jesus poderia ter comparado a fé com uma semente grande como a de abacate mas não o fez porque a semente não precisa ser grande para ser uma árvore grande (Marcos 4.26-32). Da mesma forma a fé é algo que deve crescer em nós a cada dia. Nossa experiência alimenta nossa fé.
    A semente cresce para baixo (raízes) e para cima (galhos e folhas).
    Crescer é um processo doloroso e demorado. Precisa ser regado e adubado para haver o crescimento desejado.

Você tem sentido que sua fé está crescendo?

-CONCLUSÃO:

   A pergunta do início da mensagem continua:
  Como vai a sua fé? Você tem fé?
  Jesus olha com os olhos da fé. Quando via uma semente ele já enxergava a árvore.
  Se desejarmos colher precisaremos de sementes e se queremos vitória precisamos de fé.
    Veja o que disse o cientista[1]:
  “Se chegarmos a descobir uma teoria completa, com o tempo esta deveria ser compreensível para todos e não só para um pequeno grupo de cientistas. Então, todo o mundo poderia discutir sobre a existência do ser humano e do Universo. No caso de encontrarmos a resposta a esta questão, alcançaríamos o triunfo final da razão humana, porque nesse momento coneceríamos a mente de Deus. Teríamos tornado realidade todos os nossos sonhos”.  Stephem Hawking

         A fé é o início e o fim de todas as coisas. Depois de especular e esquadrinhar todos os caminhos, por fim onde se chega é à fé. O que a ciência procura de tantas formas o indouto encontra sem explicações pela fé.

-APLICAÇÃO:


         Desafio de fé. Declare o que você crê, faça propósitos de buscar a Deus mais e crescer na fé.      Se disponha a viver pela fé, “pois tudo o que não provém da fé é pecado”  Romanos 14.22.

Lú, A PAZ.


A Revelação do Senhor




Mas o diabo tentou frustrar este propósito levando o homem à queda. A história de como Deus resgatou os homens, a redenção, e a sua conclusão é contada em Apocalipse. No último livro vemos que Deus nos fez reino e sacerdotes (Ap 1.6).

Um dos objetivos de Apocalipse é mostrar o estabelecimento do reino de Deus. O Senhor está restaurando o Seu direito sobre a Terra, para fazer dela o Seu reino (Ap 11.15). Quando Cristo veio, Ele introduziu o reino de Deus (Mt 12.28; Lc 17.21). Esse reino foi aumentado por meio da Igreja (Mt 16.18,19). Mas, por outro lado, o reino de Deus ainda virá quando Cristo e os crentes vencedores reinarem sobre a Terra no reino milenar (Ap 2.26,27; 12.5; 20.4;6). Assim, vemos em Apocalipse, a conclusão do propósito de Deus declarado em Gênesis. O reino é para representá-lO em autoridade e o sacerdócio para expressá-lO em santidade.

Apocalipse também é importante porque vemos ali a conclusão de Deus a respeito da serpente. Descobrimos porque Deus tem tolerado a ação de satanás na Terra. Apocalipse é, portanto, a conclusão de quatro tópicos principais: o propósito de Deus; a redenção do homem; a Igreja e o destino de satanás.

A revelação (v. 1)

A revelação básica do livro de Apocalipse é do Senhor Jesus, da Sua pessoa.

Somente nesse Livro vemos Cristo como o sumo sacerdote cuidando das Igrejas (1.13-16), como o Cordeiro que foi morto, como o Leão da Tribo de Judá (5.1-6.1). Cristo aqui possui sete olhos (5.6) e uma espada afiada sai de Sua boca (1.16).

Existem vinte e seis descrições do Senhor em Apocalipse. Dentre estas podemos destacar: a Fiel Testemunha (1.5; 3.14); o Primogênito dos Mortos (1.5); o Soberano dos Reis da Terra (1.5); o Santo (3.7); o Verdadeiro (3.7); o Fiel (19.11); o Esposo (21.2); o Outro Anjo (7.2; 8.3).

O testemunho de Cristo (vv. 2,3)

O testemunho de Cristo é a Igreja. Por um lado esta é a revelação de Cristo, e por outro o Seu testemunho. Apocalipse 21.23 diz que Deus é a luz e o Cordeiro, é a lâmpada, mas agora sabemos que a Igreja é representada pelos candelabros em Apocalipse 1.12-20. Nesses versos temos Cristo andando no meio dos candelabros de ouro. Estes candelabros representam a divindade do Senhor.

Podemos dizer também que esses candelabros representam a luz que está resplandecendo no meio das trevas desse mundo. Por fim, esses candelabros possuem a característica de serem basicamente iguais. Quando o Espírito de Deus se move nas igrejas elas se tornam muito semelhantes. Tentar ser diferente é vaidade humana.

1. A grande multidão (7.9-17)

A Igreja representa uma grande multidão redimida de todas as tribos, povos e línguas.

2. A mulher com o filho varão (12.1-17)

A mulher no capítulo doze representa todo o corpo do povo de Deus e o filho varão a sua parte mais forte. O filho varão simboliza os crentes vencedores que existem na igreja.

O filho varão será arrebatado para o trono de Deus e depois disso o dragão perseguirá o resto da mulher. Depois que o filho varão é arrebatado, satanás é expulso dos céus.

3. As primícias e a messe (14.1-5;14-16)

A Igreja é como uma lavoura que precisa crescer e se tornar madura. A parte da lavoura que amadurece primeiro é chamada de primícias. Estas serão arrebatadas para Sião antes da grande tribulação. A messe estará amadurecida perto do fim da grande tribulação. A perseguição será como o forte sol que amadurecerá a colheita dos santos.

4. Os vencedores sobre a besta (15.2-4)

Aqueles que ficarem para a grande tribulação terão necessariamente que se tornarem vencedores, porque terão de vencer a besta e a sua marca.

5. A noiva (19.7-9)

No final, a noiva estará ataviada e vestida de linho finíssimo pronta para as bodas do Cordeiro.

6. O exército (17.14; 19.14-19)

No final dessa era, o anticristo juntará os exércitos da Terra para guerrearem contra Cristo e o Seu exército. O exército do Senhor é formado pelos chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele.

7. A Nova Jerusalém (21.1-22.5)


O testemunho final de Jesus será a Nova Jerusalém, a consumação final do propósito de Deus; e será composta de todos os redimidos do Senhor por toda a eternidade.

8. A dedicatória às igrejas (v. 4-8)

A saudação de João envolve as três pessoas da trindade. Primeiro o que era, é e será, referindo-se a Deus. O segundo, da parte dos sete espíritos de Deus, está referindo-se ao Espírito Santo. O último, a fiel testemunha, o primogênito dos mortos, o soberano dos reis da Terra, refere-se a Jesus Cristo. Se compararmos o verso 8, veremos que Jesus é Deus, pois Ele é o Alfa e o Ômega.

Eis que vem com as nuvens

A volta de Jesus tem dois aspectos — antes e depois da grande tribulação. O primeiro será secreto; o segundo às claras. O primeiro aspecto nós também chamamos de arrebatamento dos crentes vencedores.

1. O aspecto secreto

Vejamos alguns aspectos de como Cristo virá:

a. Como ladrão (Ap 3.3; 16.15)

O Senhor virá como ladrão para buscar coisas preciosas, o Seu tesouro (Mt 24.40,41; Ap 3.3; 16.15).

b. Em hora desconhecida

Nenhum ladrão diz de antemão a hora de sua chegada, por isso será em hora desconhecida (Ap 3.3; Mt 24.36).

c. Para buscar os vencedores

Lemos em Apocalipse que o filho varão foi arrebatado até o trono de Deus (Ap 12.5). Nós veremos mais tarde que esse filho varão representa os crentes vencedores.

d. Como recompensa aos crentes vigilantes
(Mt 24.42-44)


Apocalipse ainda nos diz que Jesus virá como a estrela da manhã (Ap 2.28), mas Malaquias 4.2 fala que virá como o sol. Se você quiser ver a estrela da manhã deve estar acordado bem cedo quando todos estão dormindo. Mas com respeito ao sol não precisamos fazer coisa alguma.

2. O aspecto às claras

a. Será visto por todas as tribos da terra


Não existe muita clareza se a terra mencionada em Apocalipse 1.7 refere-se a todo o planeta ou apenas a Israel. Baseados em Zacarias 12.10 é provável que se refira apenas a Israel. (Mt 24.27;30).

b. Será no fim da grande tribulação

A vinda secreta do Senhor, que chamamos de arrebatamento, ninguém sabe quando será o tempo, mas os sinais são perfeitamente claros na Palavra de Deus, acontecerá antes da grande tribulação (Mt 24.15,21). Já a vinda às claras será depois da grande tribulação (Mt 24.29,30). Será quando soar a última trombeta (a sétima). A última trombeta marcará o final da grande tribulação (1Co 15.52; 1Ts 4.16; Ap 18.1) e o anticristo se manifestará antes da vinda do Senhor (2Ts 2.1-4;8).

c. Virá nas nuvens

De acordo com Atos, o Senhor virá da mesma maneira que subiu ao céu (1.11,12). Uma vez que Ele subiu do monte das Oliveiras é de lá que Ele virá (Zc 14.4; Ap 1.7; 14.14).

d. Ele virá com os santos vencedores

Juntamente com os vencedores, o Senhor estabelecerá Seu reino sobre a Terra (Ap 16.12-16; 17.13; 19.11-21;)

Companheiro na tribulação, no reino e perseverança (v. 9-11)

Estar em Cristo é desfrutar da salvação, graça e toda sorte de bênção. Estar em Jesus por sua vez é participar do Seu sofrimento. O nome “Jesus” denota um homem de dores, conforme Isaías 53.3. Estar em Cristo é ser participante daquilo que Ele passou quando estava na Terra. É sofrer por Cristo, reinar com Ele e perseverar até o fim.


Pr. Aluízio A. Silva