quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Como devolver o seu Dízimo
EMPRESÁRIOS
O dízimo dos empresários não é calculado como o dos funcionários; é bem diferente e algumas considerações devem ser ponderadas, a fim de evitar erros e, conseqüentemente, futuros problemas de ordem financeira à empresa.
Para chegarmos ao valor correto do dízimo do empresário é necessário fazer a equação (E-D)x10% = dízimo. Sendo: E = entrada de receitas (vendas ou serviços) e D = despesas da empresa (impostos, aluguéis, salários e etc.). Com essa pequena fórmula matemática, qualquer empresário pode calcular o valor correto do dízimo a ser retirado. Para ilustrar melhor, esses cálculos devem seguir os exemplos abaixo:
Digamos que sua empresa teve no mês um faturamento de R$15.000,00; despesas com funcionários, impostos, água, luz, telefone, matéria-prima e aluguel no valor de R$12.800,00. Aplicando a equação, tem-se: 15.000 – 12.800 = 2.200 x 10% = 220. O valor do dízimo é de R$220,00.
Esses cálculos se aplicam apenas a pequenas empresas, cujo faturamento não ultrapassa a faixa limite para micro-empresas. No caso de grandes empresas, o cálculo-base será sempre através do balanço contábil, de onde se deduzirá o valor do lucro ou o pró-labore do proprietário.
Conclusão: o dízimo do empresário deve ser retirado do pró-labore ou do lucro da empresa e não do faturamento bruto mensal. Esta atitude pode provocar danos irreparáveis na estrutura da empresa ou impedi-la de crescer. Veja o exemplo abaixo:
A firma teve um faturamento de R$15.000,00, e, suas despesas foram de R$12.800,00. Segundo a equação mencionada (15.000 – 12.800 = 2.200 x 10% = 220), o dízimo correto é de R$220,00. Mas, se o empresário der o dízimo do valor bruto de faturamento, ou seja, R$1.500,00, excederá em R$1.280,00 o valor correto do dízimo devido, inviabilizando totalmente sua atividade, por não obter renda para manutenção de sua empresa e de sua família.
Há ainda o caso de o empresário querer dizimar do lucro de sua empresa, e não apenas do seu lucro individual. Nesse caso deverá proceder da mesma maneira para fins de cálculos, levando em conta as peculiaridades contábeis.
AUTÔNOMOS
Autônomos são todos aqueles que trabalham informalmente, ou seja, sem carteira assinada ou vínculo empregatício com empresas. Normalmente fazem trabalhos temporários tais como: venda de produtos de beleza, eletrônicos, importados, barbeiros, cabeleireiras, manicuras, pedreiros, pintores, etc. A fórmula de calcular o dízimo é bem simples.
Tomaremos por base um pedreiro que foi contratado por R$5.000,00 para fazer a reforma de uma casa. Neste caso, multiplica-se o valor total por 10%. Vejamos: 5.000 x 10% = R$500,00, que é o dízimo correto.
Se no valor da reforma da casa, não foram incluídos os materiais de construção, então o pedreiro deve embuti-los também como despesa. Por exemplo: o preço orçado foi de R$5.000,00,
os materiais ficaram em R$2.250,00. Vejamos: 5.000 – 2.250 = 2.750 x 10% . O dízimo deve ser de R$275,00.
De um modo geral, quem trabalha por conta própria deve sempre tirar do faturamento mensal ou semanal as despesas com matérias-primas e produtos adquiridos; somente do que for considerado lucro deve tirar o dízimo. Essas deduções são necessárias para que haja equilíbrio na vida do trabalhador.
Quando se tira o dízimo do valor bruto arrecadado, pode-se estar cometendo o erro de dar o dízimo daquilo que não é lucro. Por exemplo: uma costureira faz um vestido por R$250,00; o tecido custou R$185,00 e os aviamentos R$45,00: 250 – 185 – 45 = 20 x 10%= 2.
O dízimo correto é R$2,00. Mas se a costureira der o dízimo do valor bruto do vestido, R$25,00, terá ultrapassado em R$23,00 o valor devido do dízimo. Portanto, o dízimo deve ser sempre do lucro real obtido e não do bruto.
ASSALARIADOS
Todos os funcionários devem atentar para os seguintes tópicos: salário, benefícios e deduções. O dízimo do salário do funcionário deve ser do valor bruto mensal e não do valor líquido, vejamos o porquê. Do salário do funcionário são descontados, o INSS – que dá direito a hospitais da rede pública e à aposentadoria; plano de saúde; vale-refeição e outros, que não são despesas, e sim, benefícios utilizados pelo funcionário. Às vezes, ocorrem deduções do Imposto de Renda, para quem ganha acima de determinado valor, mas esse imposto também é considerado um
benefício, pois geralmente é restituível quando se tem dependentes.
Quando retira um vale no meio do mês, o dizimista tem duas opções: pode tirar o dízimo imediatamente e deduzi-lo no final do mês ou deixar para retirar tudo de uma só vez quando receber o complemento do salário. Cabe salientar que, ao tirar um vale, o salário a receber é menor no final do mês. Para evitar o descumprimento da fidelidade com Deus, é aconselhável tirar logo o dízimo para não acumular.
Nos casos de empréstimos não é necessário retirar o dízimo, pois o pagamento das parcelas do financiamento deve sair de uma fonte de renda da qual já tenha se tirado o dízimo.
VALE-TRANSPORTE
Neste caso, é importante conhecer o mecanismo desse benefício. O vale-transporte é descontado em folha pelo valor correspondente a 6% do salário. Assim, o dízimo sobre esse benefício deverá ser calculado sobre o que exceder os 6%, que se torna um montante de lucro excedente.
É aconselhável consultar o seu próprio contra-cheque, ou se dirigir ao departamento de pessoal da firma em que trabalha para a verificação do valor descontado.
DONAS DE CASA
Dízimo é sempre dez por cento das rendas salariais, dos lucros empresariais ou mesmo de trabalhos sazonais, temporários ou de quem recebe mesadas.
No entanto, nunca se deve dar o dízimo daquilo que não pertence ao cristão. Por exemplo: a mulher recebe do marido dinheiro para fazer as compras do mês, e dali tira o dízimo em nome do marido.
Podemos afirmar que essa atitude é errada. Não se pode dar o dízimo por outrem sem o seu devido consentimento, ainda que essa pessoa seja o marido.
Se o marido der à mulher uma quantia para que ela faça uso como quiser, aí, sim, deve-se tirar o dízimo, mas do dinheiro das compras ou prestações, não se deve tirar.
BENS VENDIDOS
Normalmente, o cristão, quando compra bens, móveis e imóveis, já compra com dinheiro dizimado. Neste caso não é necessário pagar o dízimo novamente, a não ser nos casos em que houver lucros, mas, cabe frisar que o dízimo deve ser retirado do lucro e não do valor bruto da venda. O dízimo do total da venda de bens deve ser
retirado somente se o proprietário na época da aquisição, comprou com dinheiro não dizimado, ou recebeu como herança de alguém.
PENSIONISTAS
O pensionista recebe mensalmente um salário real, sem descontos previdenciários e deve tirar o dízimo do valor bruto recebido. Mesmo que esteja incluído na faixa de tributação do Imposto de Renda, conforme analisado anteriormente,
deverá dizimar do valor bruto recebido.
COMISSIONADOS
Da mesma forma que procede um funcionário assalariado, deve ser o procedimento do comissionado, ou seja, dizimar do salário bruto.
PRESENTES
Ganhar algum bem de consumo, móvel ou imóvel é um fato corriqueiro nos dias atuais, mas deve ser analisado caso a caso cuidadosamente. Por exemplo: alguém que não tem renda nenhuma ou renda insuficiente, recebe como herança uma casa no valor de cinqüenta mil reais; neste caso pode ir pagando mensalmente o dízimo até completar o valor total ou esperar a concretização da venda para retirá-lo.
No caso de pequenos bens ou presentes, o cristão deve agir segundo a consciência. Ainda que seja irrisório o valor, o importante para Deus é a fidelidade do homem.
COMPRA E VENDA DE BENS
Quem trabalha com compra e venda de bens, deve retirar o dízimo do lucro que obtiver com a venda e não do valor total da venda. Por exemplo: um negociante de carros comprou um veículo por R$10.000,00 e vendeu por R$12.500,00. Com essa venda, obteve um lucro de R$2.500,00.
Utilizando a fórmula matemática já mencionada, temos: 12.500 – 10.000 = 2.500 X 10% = 250,00. O dízimo deve ser de R$250,00.
ATRASOS
Existem muitas situações que podem levar o cristão a ficar nessa situação, mas, é importante lembrar que a fidelidade a Deus deve estar acima de qualquer coisa ou circunstância. O dízimo deve ser retirado das primícias de tudo que o cristão recebe. Deixar de fazê-lo é dar oportunidade ao demônio devorador para agir novamente! Muitos que assim agiram passaram por grandes dificuldades e nunca mais conseguiram acertar suas vidas financeiras. O correto é servir a Deus em primeiro lugar, depois aos outros:
“Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares” Provérbios 3.9-10
PAGAR POR OUTROS
O dízimo como já falamos anteriormente, é um ato individual que expressa confiança em Deus. Por isso, não pode ser dado em nome do marido, esposa, filhos ou parentes sem o consentimento voluntário deles. Existem pessoas que agem impensadamente e por vezes causam confusões e transtornos aos seus familiares. Por exemplo: a esposa cristã que trabalha junto com o marido incrédulo em um comércio da família, não deve jamais retirar o dízimo sem o consentimento do marido, a não ser que ele mesmo retire ou dê a ela liberdade para fazê-lo.
QUEM DEVE RECEBER
A finalidade do dízimo é o mantimento da Casa de Deus e na Bíblia não existe nenhuma regra especial, a não ser entregá-lo na Casa de Deus. Mas, por uma questão de consciência, o cristão deve dar o dízimo na igreja onde congrega, onde participa da Santa Ceia e onde se alimenta da Palavra de Deus.
O dízimo deve ser entregue no altar da igreja, conforme dizem as Escrituras Sagradas, para provimento das condições necessárias para a realização do culto a Deus. Com o dízimo, a igreja pode estabelecer os projetos de evangelização, pagar as despesas com água, luz, telefone, funcionários e manutenção dos pastores e abertura de novos templos.
DOAÇÕES UTILIZANDO DÍZIMOS
O dízimo não pode ser utilizado aleatoriamente, ainda que seja em benefício de pessoas carentes e necessitadas. A administração do dízimo cabe exclusivamente à igreja, e, os sacerdotes responsáveis por ela é que devem definir onde e quando utilizá-lo.
Imagine se todos os cristãos utilizassem o dízimo para fazer doações ou algo parecido, a igreja não teria condições de funcionar nem anunciar a salvação. O cristão sincero conhece a necessidade de sua igreja e por isso jamais empregaria o seu dízimo de maneira incorreta, mesmo que isso tivesse aparência de gesto piedoso.

sobre Erich


PRIMÍCIAS são os primeiros frutos, a prioridade que honra (Provérbios 3:9) e tem que ser dada (Deuteronômio 18:4)
A PRIMÍCIA tem que ser trazida independente da situação que a pessoa esteja passando, pois PRIMÍCIAS é questão de HONRA. (Números 13:20) “Também como é a terra, se fértil ou estéril; se nela há árvores, ou não; e esforçai-vos, e tomai do fruto da terra. E eram aqueles dias os dias das primícias das uvas”.
Deus se agrada das PRIMÍCIAS como se agradou daquelas que Abel lhe trouxe (Gn 4:4), mas não se agradou de Caim (Gn 4:5), já que ele trouxe quando sobrou (Gn 4:3) “Ao cabo de dias...”.
O filho primogênito é a PRIMÍCIA do pai (Gn 49:3), considerado a força, a representação do pai, aquele que é respeitado pelos irmãos. Jesus foi a PRIMÍCIA de Deus – o melhor, a honra de Deus foi dada a sua Igreja: O Primogênito.
Toda PRIMÍCIA deve ser trazida à Igreja (Casa do Senhor) (Êxodo 23:19, 34:26; Neemias 10:35).
A PRIMÍCIA deve ser entregue somente ao sacerdote principal (A cobertura do Ministério) e não aos sacerdotes que o auxiliam (Levíticos 23:10). Se você entregar alguma PRIMÍCIA a um sacerdote que não seja sua cobertura máxima, não é PRIMÍCIA e sim uma oferta e neste caso não haverá o cumprimento da Palavra de Deus em questão a honra.
A PRIMÍCIA não é o DÍZIMO, eles são diferentes um do outro e têm conseqüências diferentes, assim como o DÍZIMO é uma ordenança, a PRIMÍCIA também é (2 Crônicas 31:5) “E, depois que se divulgou esta ORDEM, os filhos de Israel trouxeram muitas PRIMÍCIAS de trigo, mosto, azeite, mel, e de todo o produto do campo; também os DÍZIMOS de tudo trouxeram em abundância”
Uma coisa é a PRIMÍCIA, outra é o DÍZIMO e a outra é OFERTA (Neemias 12:44) e Deus requer OFERTAS e PRIMÍCIAS (Ezequiel 20:40; Neemias 10:37).
As PRIMÍCIAS santifica (abençoa) toda a produção (salário) (Romanos 11:16) “E, se as primícias são santas, também a massa o é; se a raiz é santa, também os ramos o são”. Se as PRIMÍCIAS são santas, ou seja, separadas para Deus, logo todo o restante do que eu conquistei se torna abençoado e rende mais, pois é quebrada qualquer maldição da produção. Lembrando que o DÍZIMO nos protege de um principado chamado DEVORADOR e somente Deus pode repreendê-lo (Malaquias 3:11). Não é oração e nem jejum, mas a atitude de devolver o DÍZIMO que é de Deus.
É tão importante o fator PRIMÍCIAS para Deus, que Jesus ressuscitou dentre os mortos sendo assim chamado de PRIMÍCIAS dos que dormem (1 Coríntios 15:20 e 23).
A cobertura do ministério, no caso os apóstolos da IAVC, recebem as PRIMÍCIAS de todos os discípulos (Sacerdotes, Dozes, Líderes e todos os discípulos da igreja). Porém os sacerdotes das filiais estão autorizados e abençoados pelos apóstolos a recebem as PRIMÍCIAS dos discípulos da igreja local, já que as mesmas são dos apóstolos. Tudo o que os sacerdotes das filiais receberem, separará as PRIMÍCIAS e os DÍZIMOS e enviarão para os apóstolos (cobertura geral).
Você pode abençoar o seu líder com uma oferta, mas saiba que não será a PRIMÍCIA que a Bíblia aqui nos ensina. Se não há honra na cobertura geral designada por Deus, não há validade nas demais coberturas.
As PRIMÍCIAS são frutos daqueles que estão debaixo da cobertura e que querem honrar a Deus honrando aquele que é o enviado de Deus para responder ao Senhor sobre as vidas que estão debaixo de sua cobertura.
Cada atitude define um nível de aliança e a Palavra de Deus nos ensina que cada nível de honra gera uma conseqüência, a lei da semeadura (Gálaras 6:7). Vejamos o que acontece com a fidelidade nos exemplos abaixo:
  1. As PRIMÍCIAS atraem as BENÇÃOS SOBRE O NOSSO LAR (Ezequiel 44:30);
  2. Os DÍZIMOS atraem a PROTEÇÃO DO PRÓPRIO DEUS CONTRA O DEVORADOR (Malaquias 3:8 a 12);
  3. As OFERTAS atraem uma COLHEITA PROPORCIONAL A OFERTADA (2 Coríntios 9:6 a 8 e Mateus 13:8);
  4. O COOPERADOR libera a FECUNDIDADE EM SUA VIDA (a não esterilidade) (Ageu 1:2 a 11 e 14, 2:4, 8 e 19).
Jamais devemos ficar cobrando o que fazem com nossas OFERTAS, pois fazemos por fidelidade (2 Reis 12:15) Também não pediam contas aos homens em cujas mãos entregavam aquele dinheiro, para o dar aos que faziam a obra, porque procediam com fidelidade. Que procedimento que faziam com fidelidade? Ora, a entrega das OFERTAS, que nesse caso são alçadas (levantadas) para investimento do templo de Deus. O questionamento do destino do dinheiro é dúvida, ou seja, é fruto da não confiabilidade nas promessas de Deus para a sua atitude. Ora, se Deus registrou na Bíblia que devemos fazer... Façamos com alegria.
Como vimos em 2 Crônicas 31:5, assim como os DÍZIMOS, as PRIMÍCIAS é uma ORDEM de Deus e não um pedido. É uma SANTA CONVOCAÇÃO (Números 28:26). Como eu calculo as PRIMÍCIAS e os DÍZIMOS?
As PRIMÍCIAS é você pegar o valor de sua produção (salário ou qualquer valor que você obteve) e dividi por 30 dias. O valor de um dia é a PRIMÍCIA.
O DÍZIMO é 10% do valor de sua produção. Quando falamos de produção devemos ter ciência que é tudo o que o campo produz, hoje em dia, a nossa fonte de renda e tem que ser do valor bruto, pois nos tempos bíblicos a fazenda produzia e era tirado a PRIMÍCIA e o DÍZIMO de toda a novidade (produção) do campo e só depois pagavam sua contas e retiravam para re-investimento. A fidelidade é retirar do salário bruto e não do líquido, pois os descontos que temos nos holerites são somente uma facilidade de garantia que haverá pagamento do INSS, vale transporte, empréstimos, impostos e outros. Logo a nossa produção é o nosso recebimento bruto e só depois, nós pagamos as nossas dívidas seculares.
A PRIMÍCIA não é um modismo do presente século, mas uma ordenança Bíblica aos judeus e a Igreja. Até hoje todos os judeus são extremamente fiéis aos DÍZIMOS e PRIMÍCIAS, sendo que as PRIMÍCIAS eles entregam nas mãos do Sumo-Sacerdote (ou Rabino).


 Jesus abençoe. Lu.
Humilhar-se diante de Deus
Quando soube Mordecai tudo quanto se havia passado, rasgou suas vestes e se cobriu de pano de saco e de cinza, e, saindo pela cidade, clamou com grande e amargo clamor; (…) Em todas as províncias aonde chegava a palavra do rei e a sua lei, havia entre os judeus grande luto, com jejum, e choro, e lamentação; e muitos se deitavam em pano de saco e em cinzas.”
O jejum é algo muito falado na Bíblia, e também nas igrejas. Muito se é falado do ato de jejuar e orar em favor ou clamor de alguma causa, mas pouco valor se dá ao ato de se HUMILHAR.
Tanto quanto se fala em jejum a Bíblia fala em humilhação, pano de saco e cinza. A expressão “rasgar as vestes” é associada a tirar de si toda a glória, a se despir de todo o orgulho diante do Senhor, a reconhecer que não é nada diante do Senhor.
“Então Jó se levantou, rasgou o seu manto, rapou a cabeça e lançou-se em terra e adorou; e disse: Nu saí do ventre de minha mãe, e nu voltarei; o Senhor o deu e o Senhor o tomou, bendito seja o nome do Senhor.” (Jó 1:21-22)
Despir-se de roupas é um símbolo. Nós, hoje, precisamos, muito mais que estar em jejum (apregoando-o aos quatro ventos ao invés de fazê-lo em secreto como recomenda Jesus), é se humilhar diante de Deus, olhar para nós mesmos e procurar nos despir de tudo aquilo que nos engrandece, que nos envaidece, colocando por terra todo o nosso orgulho.
Rapar a cabeça é reconhecer a autoridade de alguém e se humilhar diante dessa autoridade, respeitando-a e se sujeitando a ela.
Quando Jó se humilha, ele está de pé, rasga suas vestes e rapa a cabeça, então se ajoelha e adora ao Senhor.
Se humilhar diante de Deus e clamar é tão importante quanto jejuar. Às vezes, somos tão orgulhosos que nem mesmo nos ajoelhamos mais diante do Senhor em nossas orações. “Deus entende”, é o que muitos dizem. “Estou cansado hoje, vou orar deitado mesmo” e pega no sono, nem lembra de onde parou na oração, nem se conseguiu dizer “Amem”.
Os que são ministros devem tomar bastante cuidado com a vaidade e com o orgulho. Um elogio ao seu talento de cantar, seu dom de profetizar, e você se enche de vaidade. “Eu fui batizado no Espírito Santo… Fulana ainda não…”, “Eu cuido muito bem da minha voz, eu alcanço notas agudíssimas… – Fulana é uma cantora meia-boca.”, “Ah, eu vivo uma vida de oração. Sou a pessoa que mais ora nessa igreja. Veja meus joelhos calejados!” Você está roubando a glória que não é sua, e sim, de Deus.
Deus não divide Sua glória com ninguém. Ele escolheu pessoas para ministrar louvores, outras para adoração com danças, outras para ministrar a Palavra, outras para tantas outras tarefas, inclusive varrer o chão da igreja, limpar os banheiros, receber as pessoas à porta em oração, etc. Mas essa capacidade para realizar tais tarefas foi dada pelo Senhor, com o fim de ser GLORIFICADO. Aquele que recebe a glória não está glorificando ao Senhor. Está roubando a Deus.
O irmão canta uma música, vem uma irmazinha e diz: “Nossa que voz linda o senhor tem!” E ele, bom servo, imediatamente responde: “Foi Deus quem deu, glória a Deus.” Mas é da boca pra fora. No seu íntimo, no seu coração, ele recebeu a glória. E para Deus não interessa se você o glorifica com os lábios. Interessa o coração.
Este povo honra-me com os lábios, Mas o seu coração está longe de mim;” Marcos 7:6
Cristão, ministro, humilha-te diante de Deus! Nós não somos nada! Os talentos e dons que temos nos são EMPRESTADOS por Deus para devolvermos somente a ELE. Humilha-te e glorifique ao Senhor!



“Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas;” Marcos 1:3

João Batista foi usado por Deus para anunciar aquele que viria após ele. Deus usou a João como voz. A voz de João passou a ser voz de Deus, pois Deus falava através de sua boca.
Isso é muito sério. João levava uma vida de dedicação e entrega total ao Senhor, de tal forma que ele não falava mais sobre o que Deus falava, mas ele se tornou a própria boca de Deus.
Falar sobre Deus e sobre as coisas de Deus é fácil. É só estudar um pouquinho, e com os versículos certos e uma boa técnica de oratória, vira-se um palestrante.
Mas esta não é a vontade de Deus para nós. Deus quer nos usar. Ele não quer que sejamos eco de Suas palavras, mas que sejamos Sua trombeta.
Outro dia, lendo um livro do Hernandes Dias Lopes, eu me deparei com esta expressão: trombeta de Deus. E comecei a refletir sobre isso e o Espírito Santo foi me ensinando.
Ser trombeta de Deus tem o mesmo princípio de ser vaso de Deus. Primeiro, fomos criados com uma finalidade. Não existe vaso sem utilidade na casa do Pai.
Ser trombeta é ser/estar disposto a ser a voz de Deus. Mas, para isso, é preciso:
1. Despojar-se de seu próprio EU, para que Deus tenha liberdade para te usar.
2. Desobstruir as passagens para que o sopro de Deus chegue ao outro lado, atingindo Seus objetivos.
3. Deixar-se encher do sopro de Deus/Espírito Santo, para que este sopro passe por todos os lugares de seu interior antes de sair por sua boca.
4. Tornar-se disponível para Deus. Ele pode precisar de uma trombeta a qualquer momento, em qualquer lugar.
Não sejamos apenas ecos de Deus, mas vamos nos colocar como trombetas dEle, para que Ele possa nos dispor quando Ele quiser.
Para a honra, a glória e o louvor de Deus.

Batalha
A vida não é fácil. Ela é cheia de desafios, de conflitos e de obstáculos. A vida nos prova a cada passo que damos. Ela nos proporciona também momentos felizes e o plano de Deus é que não vivamos de "momentos felizes", mas num estado de graça e felicidade permanente.
É bom ser consciente de que "O mundo jaz no maligno", 1 Jo 5.19b. Jazer quer dizer: estar morto, sepultado, no maligno. Isto representa dizer que o mundo vive no inferno, a morada dos demônios.
Mas Jesus garante que nós não somos do mundo, João 17. Nós somos do céu. Temos o céu entronizado em nossas almas. Vivemos e obedecemos às leis do céu, inscritas na Palavra de Deus. Estamos de passagem no mundo, para nele vencermos o inferno e ganharmos nossa morada eterna com Deus. "Sabemos que somos de Deus", 1 Jo 5.19a.
Então, se somos do céu, não devemos nos conformar (tomar a forma, ser igual) com o mundo, diz Rom 12.1,2. Para não nos conformar, o texto nos dá a receita: buscar qual seja a "boa, agradável e perfeita vontade de Deus". Esse é o nosso culto racional, o culto com razão, a verdadeira adoração a Deus: conhecimento, aceitação e rendimento à Sua vontade.
Participar de um culto representa ir à Igreja, cantar, às vezes servir, orar, ouvir a mensagem, relacionar com as pessoas ali presentes.
Prestar um culto representa um estilo de vida, ou seja, estar sempre vivendo em comunhão e intimidade com Deus, para que Ele nos livre das armadilhas que o diabo coloca à nossa frente a cada passo que damos. Armadilhas, na maioria das vezes, montadas dentro de nossas casas e no meio de nossas famílias.
Desafios, conflitos e obstáculos existentes em nossa caminhada devem ser vencidos, ultrapassados, pela fé, esperança e confiança em Deus. Para que isto aconteça, necessitamos de:
1) Tomar consciência de que estamos dentro de uma batalha
Nessa batalha, temos inimigos: o diabo, nosso "eu", o "eu" daqueles que fazem parte da nossa vida, o mundo, a sociedade que nos envolve. Essa tomada de consciência deve ser sincera, diante de Deus, para que Ele oriente como fazer e por onde começar. É sábio orar como o salmista:
"Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; Vê se há em mim algum caminho mal e guia-me pelo caminho eterno", Sl 139.23.
"Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas", 2 Co 10.4.
O “eu”, se não for dominado pelo Espírito Santo de Deus, nos trará sofrimentos e fará sofrer as pessoas que convivem conosco. Cada um de per si, deve buscar a mudança, usando a liberdade que tem para fazer o bem, rejeitando a operação do mal no fundo do coração. Devemos lembrar que nosso cônjuge e nossos filhos são a nossa família, dada por Deus, e não os nossos inimigos.
“Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor. Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: amarás o teu próximo como a ti mesmo. Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede que não sejais mutuamente destruídos”, Ef 5.13-15.
2) Tomar atitudes daqueles que enfrentam as batalhas decididos a ganhá-las
O primeiro e mais prudente passo a dar é começar repreendendo os demônios que se levantam para destruir as vidas, o lares, os relacionamentos, com suas astúcias e ardis.
Os demônios agem, geralmente, usando as pessoas que mais amamos e para as quais vivemos, para roubar as forças, abater e truncar os sonhos. Isto pode se manifestar até por meio de inocentes e pequeninos seres pelos quais damos a vida. Eles tomam nossa atenção, levam-nos a mudar nossa escala de valores e dominam, inconscientemente, as nossas vidas.
Mas não podemos aceitar isso como "natural", principalmente se estiver prejudicando o relacionamento conjugal, que é a base para a saúde integral e uma família ajustada. Para isso, devemos buscar "autoridade" no Espírito Santo de Deus, dada de graça e disponível as vinte e quatro horas do dia.
"Eis aí vos dou autoridade para pisardes serpentes e escorpiões e sobre todo poder do inimigo, e nada, absolutamente nada, vos causará dano", Lc 10.19.
Também devemos lembrar que não lutamos contra as pessoas, lutamos contra demônios:
"Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal", Ef 6.12.
Os demônios devem ser repreendidos e rechaçados do nosso convívio. Como eles são espíritos e não os enxergamos, voltamos a lembrar que precisamos de Deus, o Supremo Espírito, para enviar Seus anjos a pelejarem por nós. Para isso O buscamos em oração e com humildade, para que tome a frente em nossas pelejas e nos dê a vitória.
E as pessoas? Elas devem ser amadas, compreendidas, ajudadas, corrigidas com carinho, para que haja melhora nos relacionamentos. Essas pessoas foram-nos dadas por Deus para serem companheiras em nossa jornada pela terra, por isso merecem o melhor de nós.
Também devemos nos aplicar mais à oração, ao jejum e à busca do auxílio de pessoas sérias e fiéis que realmente sejam comprometidas com o ministério de intercessão (pessoas que se dedicam a orar pelos outros sem interesses, unicamente por amor - são raras, mas existem).
O apóstolo Paulo nos admoesta a "orar sem cessar", 1 Ts 5.17. Isto só é possível se mantivermos a mente ligada em Deus, se falarmos Dele e com Ele a cada momento. Se em vez de dizermos "diabo", "saci", "maldição", e outros termos invocadores do mal, aprendermos a dizer "misericórdia", "livra-nos, Senhor", "ajuda-me, Deus", "envia teus anjos, Senhor", "o sangue de Jesus tem poder" - nossas palavras se transformam em oração a cada momento. E as orações feitas a Deus, em nome de Jesus, são atendidas.
Antes de tomar decisões, falar palavras que ferem, agir precipitadamente, devemos buscar a direção e o enchimento do Espírito Santo. É extraordinário como o Espírito Santo age operando perdão, reconciliação, mudança, quebrantamento.
"Andai em espírito e não cumprireis as concupiscências da carne", Gl 5.16.
Às vezes queremos falar horas sobre coisas que acabam aumentando a ferida, quando alguns minutos de oração seriam muito mais eficazes. Isto representa pedir a Deus que entre no meio do conflito e traga luz, graça e sabedoria para cada situação. Aquilo que palavras, atitudes, diálogos truncados não conseguem, o Espírito Santo consegue, porque Ele sonda mentes e corações e sabe as intenções da alma de cada um.
“Não por força, nem por violência, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos", Zc 4.4.
"E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito Santo", Ef 5.18.
Isso levará a um resultado espiritual, que é o ideal, pois tudo que vem de Deus é bom. Pelo contrário as críticas ferinas, palavras duras, gritarias, zombarias (vistas como "embriaguez do vinho"), aumentarão os conflitos, levantarão barreiras e provocarão o caos dentro das famílias. O Espírito Santo fará o que foge ao nosso alcance, entrará onde não conseguimos e nos ajudará a alcançar resultados satisfatórios que contribuirão com a felicidade de todos.
“Se alguém for surpreendido nalguma falta, vós que sois espirituais, corrigi-o com espírito de brandura, e guarda-te para que não sejas também tentado. Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo ”, Ef 6.1-2.
       3) Lutar por manter a escala de autoridade dentro do lar, com sabedoria
O pai, sendo a cabeça; a mulher, sendo sábia e ocupando o lugar de "adjutora"; os filhos, em submissão a ambos, porém reconhecendo a autoridade paterna. Como cabeça, o homem deve ocupar a liderança na oração, na disciplina, no sustento da casa, na ordem e na decência de atitudes. Se for necessário, deve fazer reuniões com a família, para resolver conflitos com inteligência. O culto doméstico, sempre que possível, jamais deve ser ignorado. “A família que ora unida permanece unida”.
Quando o casal discute diante dos filhos; o pai dá uma ordem, a mãe retruca (ou vice-versa); um perde o respeito pelo outro em frente dos filhos ou de outras pessoas, a criança fica confusa, passa a ter atitudes duvidosas, começa a usar de ardis e mentiras e pode vir a tornar-se um elemento de separação e desentendimentos entre o casal.
Aquilo que não se concorda deve ser conversado a sós, em momentos certos e lugares propícios, jamais em frente aos filhos ou outros que possam interferir na vida emocional do casal. Se buscarem aconselhamentos, que o façam com pessoas idôneas e lembrar que precisam parar para ouvir os conselhos dados, principalmente quando respaldados na Palavra de Deus.
Também, deve-se buscar sabedoria no trato com os filhos, para não tolher demais e nem soltar demais. Falar com os filhos aos ouvidos, chamá-los para repreendê-los à parte, jamais desrespeitá-los ou discipliná-los diante dos outros, fará com que eles aumentem por nós o respeito, a obediência e o amor.
      4) Buscar graça divina para manter o lar em amor, carinho, comunhão e felicidade
Ensine seus filhos a correr e abraçar o pai ou a mãe quando chegam do serviço, da escola ou outros que os ausentem. A pessoa que chega cansada fica feliz se for recebida com festa, com reconhecimento. Também a que ficou em casa precisa ser tratada com carinho e amor, nunca esquecendo os beijos e abraços que demonstrem a falta que a pessoa fez durante a ausência. Quando sair um ou outro, dê a sua bênção: “Deus abençoe
“Deus  guarde”, “O Senhor acompanhe”, “Jesus dê o livramento” e outras.
Nunca fale com os filhos e nem com ninguém contra o seu cônjuge - Deus é Fiel e Justo, pode disciplinar você pela sua traição ao cônjuge pelas costas. Palavras negativas, críticas ocultas, aumentam a ira, o ódio e alimentam os demônios que se levantaram para destruir o seu casamento.
Não alimente pensamentos negativos contra seu cônjuge. O profeta Jeremias nos diz:
"Lava o teu coração da malícia, oh, Jerusalém, para que sejas salva; até quando hospedarás contigo os teus maus pensamentos?", Jr 4.14.
Concluindo:
“Os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros... Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção; mas o que semeia para o Espírito, do Espírito colherá vida eterna. E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos. Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé”, Ef 5.24-26; 6.7-10.


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Quem pode fazer a obra de Deus.
“Pode parecer estranho o título desta mensagem, mas o que vamos falar não é sobre a beleza física! É sim sobre a beleza espiritual exigida por Deus para aqueles que querem fazer a Sua Obra. Para compreender melhor, vou convidá-lo/a a ler os versículos abaixo, então, entenderá o que, realmente, Deus tem a ensinar-nos. Lembrando que aquilo que Ele falou com Moisés no passado, ainda se reflecte na nossa vida espiritual, hoje!
Pois nenhum homem em quem houver defeito se chegará: como homem cego, ou coxo, ou de rosto mutilado, ou desproporcionado, ou homem que tiver o pé quebrado ou mão quebrada, ou corcovado, ou anão, ou que tiver belida no olho, ou sarna, ou impigens, ou que tiver testículo quebrado”(Levítico 21.18-20).
Veja que, nesta passagem bíblica, o Senhor proibiu que as pessoas com defeitos servissem como sacerdotes. Vamos, então, analisar estes defeitos mencionados na lista de Deus, deixando de lado a questão física e usando os olhos espirituais:
CEGO Não servia para a obra. Para sermos bons obreiros, precisamos de ver com os olhos espirituais. Lembra-se do caso do servo de Eliseu, que entrou em casa a gritar e a dizer: “profeta! Estamos cercados pelo exército inimigo”. O que é que fez o homem de Deus? Orou e disse: “Senhor, abra os olhos deste moço para que veja!”. E, então, ele pôde contemplar os anjos de Deus dando-lhes protecção (2 Reis 6.17). Por isso, um bom obreiro precisa ver as coisas com os olhos espirituais, não pode ser cego.
COXO É aquele que manca. E quem manca não anda ao mesmo ritmo do que os demais, ficando para trás. Portanto, Deus não poderá usar-nos se estivermos a coxear pela vida.
ROSTO MUTILADO Refere-se a como deve ser o semblante de alguém que deseja servir a Deus. Infelizmente, muitos ainda não entenderam que um sorriso no rosto e um semblante agradável valem mais do que mil palavras. Pois, as pessoas chegam à Igreja cansadas e decepcionadas com o Mundo; maltratadas pelos problemas e oprimidas pelo diabo, e, às vezes, encontram obreiros e pastores com a cara fechada, rancorosos e preocupados com os seus próprios interesses!
DESPROPORCIONADO Desproporcional. A pessoa que tem uma atitude exagerada – no falar, no comportamento, no modo como se relaciona com a família e os amigos, na forma como se veste, etc – causa escândalo.
PÉ QUEBRADO O que é que acontece com quem tem o pé quebrado? Não fica de pé, não é verdade? Existem muitas pessoas que querem fazer a obra de Deus, mas têm o pé quebrado, não se firmam. Ou seja, estão aqui, depois mudam-se para lá, aparecem e depois desaparecem … “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor…” (1 Cor 15.58).
MÃO QUEBRADA Quem tem a mão quebrada não consegue agarrar nada com firmeza. E a obra de Deus exige força de vontade e garra.
CORCOVADO Lembre-se que aquele que faz a obra de Deus não pode andar de cabeça baixa. Não pode estar curvado, nem por medo, nem por vergonha. Seja um obreiro aprovado e que não tem do que se envergonhar (2 Tm 2.15).
ANÃO É aquele que não desenvolveu a sua estatura. Assim são muitas pessoas que estão na Igreja, espiritualmente falando são como anões, pararam de crescer.
BELIDA NOS OLHOS, SARNA E IMPIGEM O nosso olhar, o nosso semblante, devem reflectir o Senhor Jesus. Você pode ser sério, mas não arrogante; pode ser sorridente, mas não escarnecedor; pode repreender, mas com amor, nunca com ódio. Elimine da sua vida a arrogância, a falsidade, a inveja, o medo e a inferioridade. O seu semblante ficará muito mais suave.
TESTÍCULO QUEBRADO Que é seja incapaz de se reproduzir! O bom obreiro é aquele que faz discípulos. Tem que ser reprodutivo, um ganhador de almas. O bom obreiro atrai a atenção das pessoas e todos querem imitá-lo pelo seu bom procedimento.
Diante destas qualidades, é bom que você que deseja fazer a obra de Deus, ou que até já está a fazer, cuide bem da sua aparência interior, para que Deus o/a possa usar cada vez mais.


sábado, 27 de julho de 2013

avivamento

 jesus


“Ouvi, Senhor, a tua palavra e temi:
aviva, ó Senhor, a tua obra  no meio dos anos,
no meio dos anos a notifica: na ira
lembra-te da misericórdia”.
                                                     
Habacuque 3: 2

 Avivamento consiste no grande desafio e carência da igreja nos dias de hoje. Gosto de pregar este tipo de mensagem, porque é por meio dela que as igrejas se renovam e são despertadas para o trabalho de evangelização e ganham um interesse maior pela busca do poder do Espírito Santo. Expulsar demônios é bíblico e o ministério de libertação é maravilhoso. No entanto, Deus tem me chamado para pregar a mensagem de avivamento.
Esta mensagem precisa ser pregada com mais frequência em nossas igrejas. Tenho feito isto onde tenho pregado e as igrejas têm adquirido profundas experiências com Deus, tais como: renovação de vidas, batismo com o Espírito Santo, distribuição de dons espirituais pelo Espírito Santo e restauração de vidas. O meu discurso é o mesmo do profeta Habacuque: “Aviva, ó Senhor, a Tua obra...” .
O clamor por um avivamento foi a tônica de sua mensagem. Diz o texto que a palavra trouxe-lhe temor e, como resultado desta atitude, ecoou do profundo do seu coração o clamor por um derramar do Espírito sobre a nação de Israel, que precisava, urgentemente, ser despertada e voltar-se inteiramente para Deus. E isto só viria a acontecer caso houvesse um mover de Deus: o avivamento.   
Portanto, somos pelo avivamento. O presidente da IPRB, pastor Advanir Alves Ferreira, lançou na última Assembléia o desafio para os próximos três anos de nossa administração: ‘reavivamento e crescimento da Igreja’. Estamos crendo que Deus vai envolver esta igreja em uma grande nuvem e virá abundante chuva de avivamento. Vamos, incessantemente, buscar esta bênção.
Diante disso, quero, nesta oportunidade, fazer algumas colocações sobre alguns significados do avivamento de Deus para o seu povo.

Despertar-se do sono
Comecemos por esta afirmativa fundamental: avivar-se significa despertar-se do sono da frieza espiritual. O profeta pediu avivamento porque Israel precisava acordar. Seus líderes estavam dormindo o sono do comodismo e da inércia espiritual. Ele sabia que o povo havia pecado e, consequentemente, seria julgado e condenado. E, por isso, pede para que Deus apareça entre o povo com uma nova manifestação de poder, por meio de sua graça e de seu Espírito. Somente assim eles seriam perdoados e salvos.
O apóstolo Paulo, escrevendo aos crentes de Roma, exorta-os dizendo: “...é hora de despertamos do sono, porque a nossa salvação está, agora, mais perto de nós do que quando aceitamos a fé”, Rm 13: 11. Quer dizer: ele apela aos cristãos e os desafia a uma vida cristã ativa e de trabalho cristão. No verso 12, quando diz que “a noite é passada e o dia é chegado”, cria na volta iminente de Jesus um fator motivador para permanecermos acordados na vida cristã: Jesus está vivo e vai voltar para buscar a igreja.  
À semelhança do profeta Jonas que, em razão de sua desobediência a Deus, dormia um profundo sono no porão do navio, Jn 1: 5, muitos estão fugindo da presença do Senhor e estão dormindo espiritualmente nos porões da tristeza, da frieza espiritual, da negligência, do comodismo e da desobediência. A estes, a Palavra de Deus está dizendo todos os dias: “Desperta, ó tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá”, Ef  5: 14.     

Atitudes de protesto
O grito de protesto do profeta Habacuque por um avivamento está marcado neste texto por sua coragem ou destemor ao dizer com fé: “Aviva, ó Senhor, a Tua obra”. O profeta estava reclamando contra todas as atitudes erradas de sua nação. O mau comportamento desse povo era uma afronta ao verdadeiro Deus. E, com temor no coração, ao ouvir a Sua palavra, o profeta não vê outra alternativa a não ser um real avivamento para varrer do meio do povo todo pecado.   
Os dias atuais são difíceis e tenebrosos, porque o mundo jaz no maligno, Jo. 5: 9. Não dá pra ser crente frio e conformista, Rm 12: 2. Precisamos protestar contra a frieza espiritual que procura assolar a igreja de Jesus na terra. A Igreja Presbiteriana Renovada nasceu no fogo do Espírito Santo. Ela é fruto de avivamento. E o fogo santo queima pecado, mundanismo e todo tipo de atitude inconveniente que queira impedir o avanço da obra de Deus.
Não podemos ficar calados. Se assim o fizermos, diz a Bíblia que as pedras clamarão, Lc 19: 40. A ordem bíblica é protestar contra as atitudes do nosso adversário com a autêntica proclamação do evangelho. Este protesto precisa ser imperativo e contextualizado, pois o próprio Jesus disse: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura”, Mt. 16: 15. A Palavra de Deus afirma que não há tempo a perder: “Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar”, Jo 9: 4.
Para protestar contra o pecado não é preciso sair às ruas com faixas e bandeiras, mas é possível fazer isto em oração, em consagração e jejum a Deus. A atitude de protesto da igreja pode ser demonstrada por de meio da qualidade de vida cristã, isto é, uma vida ordeira e orientada pela Bíblia Sagrada.   

Comprometimento com o reino
Em sua oração, o profeta roga a Deus para que, nos tempos de aflição e angústia, a sua misericórdia seja lembrada, porque sem ela o povo iria perecer no pecado. A compaixão divina era a porta de retorno a uma vida de reconciliação e, posteriormente, reafirmação de um autêntico compromisso cristão. E está claro nas palavras do profeta que o avivamento traçaria este caminho e o poder de Deus levaria o povo à conscientização e tomada de uma posição coerente com os princípios de Deus.  
Costumo dizer que vida cristã traduz-se por comprometimento com o Reino de Deus; viver o que cremos e pregamos e uma volta aos dias da Reforma e aos ensinos do livro de Atos. É também vida no Espírito, Gl 5: 25; vida frutífera, Jo 10: 10 e 15: 5 e vida de serviço ao Reino de Deus. Jesus disse que ninguém que lança mão do arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus, Lc 9: 62. Crente avivado tem como prioridade pensar nas cousas que são lá do alto, Cl 3: 2.
Aprendemos pela Bíblia que vida com Deus é vida plena de submissão e fidelidade a Ele. O crente comprometido com as coisas espirituais não tem tempo para aquilo que não é de Deus, porque o fogo do Espírito Santo está constantemente aceso em seu altar (sua vida). Jesus disse que quem quiser ir para o céu deve tomar a sua cruz e segui-lo a cada dia, Lc 9: 23. Somente uma vida avivada e cheia do Espírito Santo poderá suportar as provações e as tentações deste mundo.
Jesus é o maior exemplo de vida comprometida com o Reino de Deus. Quando estava sendo julgado, afirmou com convicção: “.O meu Reino não é deste mundo...”, Jo 18: 36. De fato, a igreja precisa estar ciente de que a sua tarefa neste mundo é ser sal da terra e luz do mundo, e que ela está no mundo, mas a ele não pertence: “Não peço que os tire do mundo, mas que os livres do mal”, Jo  17: 15.
Que a oração do profeta Habacuque seja a constante oração da igreja, e que a frase “Aviva, ó Senhor, a tua obra...” não seja apenas o lema da IPRB, mas o lema de vida daquele ou daquela que quer viver uma vida cristã autêntica, até a volta de Jesus.  

terça-feira, 18 de junho de 2013







·         A fórmula da oração
Certo dia, os discípulos de Jesus ficaram maravilhados com a maneira como Ele orava. Um deles, imediatamente, pediu-lhe que os ensinasse a orar, assim como João Batista havia ensinado aos seus discípulos.

Orar de modo correto é o que fará a oração ser vitoriosa. Orar por orar não produz nenhum resultado. A oração só deve ser feita se for para ter sucesso.

Esta lição é sobre a fórmula da oração - a oração que deve ser feita para reverter uma situação considerada insolúvel.

Há que ter uma explicação para o fato de uns orarem e obterem o que desejam, enquanto outros oram e não conseguem resposta alguma. É na Palavra de Deus que vamos encontrar tal resposta.

Os heróis da fé conheciam os princípios que faziam as suas orações serem produtivas e operantes. Usando estes princípios, eles venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam a boca dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fuga exércitos de estrangeiros, etc.

Que a partir desta lição não haja mais para você o dissabor de ter lutado e não ter conseguido, de ter orado e não ter obtido resposta. Que o Senhor possa sempre conduzi-lo em triunfo.

Em Cristo, R.R. Soares

Apesar de tudo o que a oração é e representa para o cristão, são poucos os que sabem fazê-la. Quando os discípulos de Jesus viram que Ele obtinha sucesso em todas as suas orações, chegaram-se a Ele, e Lhe pediram que os ensinasse a orar. Certamente que existe uma maneira correta de fazer aquilo que Deus considera como oração. Os heróis da fé sabiam fazê-la, e, por isso, venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam a boca dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram e puseram em fuga 
exércitos de estrangeiros. Sim, tudo isto e muito mais conseguiram, porque sabiam fazer aquilo que pelo Senhor é considerado como oração.

E você, já sabe fazer a oração que move a mão do Senhor e faz com que o poder celestial opere em seu favor? Há muita coisa boa esperando por você. Aprenda a fazer a oração da fé e passe a desfrutar do melhor desta vida.

Não vamos, nesta lição, estudar todos os tipos de orações, mas a fórmula da oração que devemos fazer para vencermos os males. Existe tal fórmula?


Sim. No livro de Isaías 43.26, está escrito:

Procura lembrar-me; entremos em juízo juntamente; apresenta as tuas razões, para que te possa justificar.

Temos aí nesta declaração de Isaías a fórmula da oração que nos fará vitoriosos.


1°-PROCURA LEMBRAR-ME

Ao entrarmos na presença do Senhor, devemos fazê-Lo saber que estamos ali porque somos Seus filhos, porque a Palavra dEle nos garante a bênção e porque acreditamos que Ele é poderoso para nos conceder a graça. Se quisermos ser atendidos em nossa petição, temos que entrar em Sua santa presença, lembrando-O de tudo aquilo que a Sua Palavra nos promete e garante nos pertencer.

Alguém poderá perguntar se Deus é esquecido. Poderá questionar que - desde que Ele é onisciente - Ele sabe tudo e, por isso, não precisamos lembrá-Lo. Ainda poderá argumentar que o próprio Senhor Jesus ensinou que o Pai sabe do que precisamos antes de Lhe pedirmos a bênção, pois foi assim que Jesus ensinou: ...porque vosso Pai sabe o que vos é necessário antes de vós lho pedirdes (Mt 6.8).

Não é que o Senhor tenha estes ou quaisquer outros problemas, nem que existam contradições na Bíblia Sagrada. Isto nada tem a ver com o ensinamento de Jesus que acabamos de ver. O que realmente o Senhor quer dizer por lembrar-me, é o seguinte:

Quando vamos orar, nem sempre estamos desligados das coisas materiais que nos cercam. Muitas vezes, estamos tão rodeados pêlos problemas que não conseguimos nos concentrar, nos ligar em Deus, e a nossa oração fica vazia e destituída de fé, poder e autoridade e, por conseguinte, não recebemos o que pedimos ou determinamos.

Quando começamos a orar lembrando ao Senhor as Suas promessas, estamos na verdade fazendo mais bem a nós do que propriamente lembrando a Deus. Estamos como que "escovando" o nosso espírito, "lustrando" a nossa verdadeira pessoa - o nosso espírito. Ao lembrar ao Senhor tudo aquilo que nós conhecemos e cremos na Sua Palavra, estamos verdadeiramente de novo, ou pela primeira vez, dando ouvidos à Palavra de Deus; sabemos que é por dar ouvidos à Palavra que a fé vem ao nosso coração. Então, estamos fazendo, na verdade, um bem infinitamente maior à nossa própria pessoa.

Aqueles que usam este método sabem que isto é verdade, pois Deus não precisa de que nós O lembremos para que Ele próprio fique ciente de que nos havia prometido aquela bênção.


2° - ENTREMOS EM JUÍZO JUNTAMENTE

A oração é um julgamento. Uma batalha. Uma guerra. Ao entrarmos em oração, devemos fazê-la lembrando que estamos verdadeiramente entrando para decidir uma situação.

Deus diz que devemos entrar em juízo. Ninguém entra em juízo de qualquer maneira. Se levamos alguém a juízo, ou se somos levados por alguém, devemos nos preparar para a batalha. Certamente o nosso adversário vai usar de todos os meios e métodos imagináveis para ter vitória sobre nós. E nem sempre quem tem direito é quem ganha, mas sim quem consegue "provar" a sua "inocência" ou "razão". Precisamos, então, nos preparar para entrarmos em juízo, e isto nos leva de volta ao primeiro passo que é o de lembrá-Lo.

Após termos "lembrado" ao Senhor, devemos entrar juntamente com Ele em juízo. Não podemos ir sozinhos nem tão pouco pedir a Deus que Ele vá por nós. Ele diz que temos que ir juntamente. A batalha é nossa e não do Senhor, e temos que fazer com Ele a nossa defesa e o nosso ataque.

Isso é certeza de vitória. Quando e onde foi registrado que Deus tenha perdido uma só batalha? Isto é simplesmente impossível de acontecer.

Entrar juntamente com o Senhor no julgamento é encontrar aquela promessa ou declaração que Ele faz a respeito da nossa posição diante daquela situação; e então, destemidamente, iniciar a oração, especificando o motivo dela - logicamente que usando o Nome de Jesus - e partir para cima do adversário, exigindo que ele e tudo o que é dele saiam de nossa vida, família e propriedade.


3° - APRESENTA AS TUAS RAZOES

Depois de termos lembrado ao Senhor o que somos e o que sabemos ser nosso direito, e de termos entrado juntamente com Ele em juízo, precisamos apresentar as nossas razões. Apresentar as nossas razões é fazer o mesmo que fazem os advogados quando estão defendendo alguém. Devemos conhecer o direito que a Palavra de Deus declara ser nosso, e aí, diante do Tribunal Supremo do Universo, que é a própria Palavra, erguer a nossa voz e não aceitar nenhum veredicto a não ser aquele que determinamos. Nesta hora, devemos ficar bem acordados e alerta, pois o inimigo vai tentar de todas as formas nos ludibriar. Às vezes, ele vem bem de mansinho, tentando passar-se pelo Senhor. Ele insinua que nós não merecemos as bênçãos, como se elas nos fossem dadas por merecimentos; e, se não conhecemos os meios pêlos quais elas nos são concedidas - pela graça, mediante a fé - nós podemos ser convencidos de que realmente não merecemos nada e aí teremos perdido tudo.

Como o demônio gosta de que vivamos na ignorância, que sejamos preguiçosos nas coisas espirituais e que não aprendamos aquilo que é nosso! Só assim ele poderá, na hora da nossa oração-julgamento, vir com as suas desculpas esfarrapadas e nos ludibriar. Muitas vezes, ele traz à memória um pecado que havíamos cometido há muito tempo, do qual já nos arrependemos, e, portanto, ele nem mais existe na memória do Senhor. Mas, por não estarmos afiados na Palavra, esquecemos que pecado confessado é pecado inexistente e, então, nos colocamos a confessá-lo de novo, assumindo uma posição de responsáveis por algo que já nem mais existe.

Veja bem a importância de conhecermos os nossos direitos, pois, a pessoa que não os conhece será facilmente enganada pelo maligno. Ela não terá condições de apresentar as suas razões e, assim, não conseguirá pleitear a sua causa, perdendo conseqüentemente a batalha. Lembre-se da lição n° 3, em que estudamos que direito não reclamado é direito inexistente. Você tem direito à bênção. O Senhor Jesus já venceu o diabo por você. Ele já levou as suas doenças para que você não tivesse que levá-las. A Bíblia garante que você é mais do que vencedor. Mas, se você não conhece as declarações da Bíblia que falam da sua posição diante de Deus, você não poderá apresentá-las no julgamento, e certamente ficará sem receber o cumprimento delas.

Quando estamos cientes dos nossos direitos - e isto podemos estar não pelo que desejamos, mas unicamente pelo que a Palavra de Deus afirma -, podemos estar certos de que aquilo que a Bíblia diz ser nosso é o que teremos; Deus não colocou qualquer declaração nas Escrituras só para enfeitá-las. Elas foram colocadas para que pudéssemos ter vida, e vida com abundância.


4° - PARA QUE TE POSSAS JUSTIFICAR

Aqui está claro que Deus não quer que brinquemos de oração nem que sejamos derrotados ao orar. O propósito da oração é que sejamos justificados, o que na linguagem bíblica significa: a vitória na oração.

Só mesmo alguém que desconhece a sua posição em Cristo e os seus direitos na presença de Deus será capaz de fracassar nas batalhas espirituais - tanto pelas bênçãos espirituais quanto físicas ou materiais.

Justificação é um termo próprio da justiça que significa não somente absolver, mas declarar alguém justo, como se esse jamais houvesse pecado em toda a sua vida. A justificação inclui mais do que o perdão dos pecados e a remoção da condenação, pois, no ato da justificação, Deus coloca o ofensor na posição de justo. O presidente da República, por ocasião do natal ou ano novo, pode indultar (perdoar) o criminoso; não pode, porém, reintegrá-lo na posição daquele que nunca desrespeitou a lei.

Ora, sem a justificação, que vem pela fé, jamais teremos paz com Deus. Se não tivermos paz com Ele, podemos esquecer: jamais seremos abençoados. Mas, graças a Deus que isso é possível. É para isso que Ele nos convida.

Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. (RM 5.1)
"Procura lembrar-me; entremos juntos em juizo; apresenta as tuas razões, para que te possas justificar!""Porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.""Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo."

Determinação Os cinco passos da vitória Os nossos direitos as bênçãos O nome de Jesus A fórmula da oração A derrota de satanás Resistir Mais que vencedores As palavras Confissão Vãs repetições Realizando a obra de Deus
Curso Fé é de propriedade da Igreja Internacional da Graça de Deus.
R.R.Soares.





 ( Oferta e consagração do tabernáculo). 


Todas as passagens da Bíblia sobre o episódio "As ofertas de consagração do
1 No dia em que Moisés acabou de levantar o tabernáculo, tendo-o ungido e santificado juntamente com todos os seus móveis, bem como o altar e todos os seus utensílios, depois de ungi-los e santificá-los,
2 os príncipes de Israel, cabeças das casas de seus pais, fizeram as suas ofertas. Estes eram os príncipes das tribos, os que estavam sobre os que foram contados.
3 Trouxeram eles a sua oferta perante o Senhor: seis carros cobertos, e doze bois; por dois príncipes um carro, e por cada um, um boi; e os apresentaram diante do tabernáculo.
4 Então disse o Senhor a Moisés:
5 Recebe-os deles, para serem utilizados no serviço da tenda da revelação; e os darás aos levitas, a cada qual segundo o seu serviço:
6 Assim Moisés recebeu os carros e os bois, e os deu aos levitas.
7 Dois carros e quatro bois deu aos filhos de Gérson segundo o seu serviço;
8 e quatro carros e oito bois deu aos filhos de Merári, segundo o seu serviço, sob as ordens de Itamar, filho de Arão, o sacerdote.
9 Mas aos filhos de Coate não deu nenhum, porquanto lhes pertencia o serviço de levar o santuário, e o levavam aos ombros.
10 Os príncipes fizeram também oferta para a dedicação do altar, no dia em que foi ungido; e os príncipes apresentaram as suas ofertas perante o altar.
11 E disse o Senhor a Moisés: Cada príncipe oferecerá a sua oferta, cada qual no seu dia, para a dedicação do altar.
12 O que ofereceu a sua oferta no primeiro dia foi Nasom, filho de Aminadabe, da tribo de Judá.
13 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambas cheias de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
14 uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso;
15 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
16 um bode para oferta pelo pecado;
17 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Nasom, filho de Aminadabe.
18 No segundo dia fez a sua oferta Netanel, filho de Zuar, príncipe de Issacar.
19 E como sua oferta ofereceu uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
20 uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso;
21 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
22 um bode para oferta pelo pecado;
23 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Netanel, filho de Zuar.
24 No terceiro dia fez a sua oferta Eliabe, filho de Helom, príncipe dos filhos de Zebulom.
25 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
26 uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso;
27 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
28 um bode para oferta pelo pecado;
29 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Eliabe, filho de Helom.
30 No quarto dia fez a sua oferta Elizur, filho de Sedeur, príncipe dos filhos de Rúben.
31 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
32 uma colher de ouro de dez siclos, cheio de incenso;
33 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
34 um bode para oferta pelo pecado;
35 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Elizur, filho de Sedeur.
36 No quinto dia fez a sua oferta Selumiel, filho de Zurisadai, príncipe dos filhos de Simeão.
37 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
38 uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso;
39 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
40 um bode para oferta pelo pecado;
41 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Selumiel, filho de Zurisadai.
42 No sexto dia fez a sua oferta Eliasafe, filho de Deuel, príncipe dos filhos de Gade.
43 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
44 uma colher de ouro do dez siclos, cheia de incenso;
45 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; ,
46 um bode para oferta pelo pecado;
47 e para sacrificio de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Eliasafe, filho de Deuel,
48 No sétimo dia fez a sua oferta Elisama, filho de Amiúde, príncipe dos filhos de Efraim.
49 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassado com azeite, para oferta de cereais;
50 uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso;
51 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
52 um bode para oferta pelo pecado;
53 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Elisama, filho de Amiúde.
54 No oitavo dia fez a sua oferta Gamaliel, filho de Pedazur, principe dos filhos de Manassés.
55 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
56 uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso;
57 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
58 um bode para oferta pelo pecado;
59 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Gamaliel, filho de Pedazur.
60 No dia nono fez a sua oferta Abidã, filho de Gideôni, príncipe dos filhos de Benjamim.
61 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
62 uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso;
63 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
64 um bode para oferta pelo pecado;
65 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Abidã, filho de Gideôni.
66 No décimo dia fez a sua oferta Aiezer, filho de Amisadai, príncipe filhos filhos de Dã.
67 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
68 uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso;
69 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
70 um bode para oferta pelo pecado;
71 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Aiezer, filho de Amisadai.
72 No dia undécimo fez a sua oferta Pagiel, filho de Ocrã, príncipe dos filhos de Aser.
73 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
74 uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso;
75 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
76 um bode para oferta pelo pecado;
77 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta do Pagiel, filho do Ocrã.
78 No duodécimo dia fez a sua oferta Airá, filho de Enã, príncipe dos filhos de Naftali.
79 A sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de cereais;
80 uma colher de ouro de dez siclos, cheia de incenso;
81 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
82 um bode para oferta pelo pecado;
83 e para sacrifício de ofertas pacíficas dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Airá, filho de Enã.
84 Esta foi a oferta dedicatória do altar, feita pelos príncipes de Israel, no dia em que foi ungido: doze salvas de prata, doze bacias de prata, doze colheres de ouro,
85 pesando cada salva de prata cento e trinta siclos, e cada bacia setenta; toda a prata dos vasos foi dois mil e quatrocentos siclos, segundo o siclo do santuário;
86 doze colheres de ouro cheias de incenso, pesando cada colher dez siclos, segundo o siclo do santuário; todo o ouro das colheres foi cento e vinte siclos.
87 Todos os animais para holocausto foram doze novilhos, doze carneiros, e doze cordeiros de um ano, com as respectivas ofertas de cereais; e para oferta pelo pecado, doze bodes;
88 e todos os animais para sacrifício das ofertas pacíficas foram vinte e quatro novilhos, sessenta carneiros, sessenta bodes, e sessenta cordeiros de um ano. Esta foi a oferta dedicatória do altar depois que foi ungido.
89 Quando Moisés entrava na tenda da revelação para falar com o Senhor, ouvia a voz que lhe falava de cima do propiciatório, que está sobre a arca do testemunho entre os dois querubins; assim ele lhe falava.
                                                         
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